domingo, 2 de maio de 2010

A ÁGUIA E VOCÊ

imagem: internet

Você já teve a oportunidade de observar uma águia ou um falcão? Você já se pegou observando os urubus voando lá do alto? Já se pegou imaginando como seria bom poder voar sem limitações? Sim, com certeza sim!

Além desse desejo nato de voar, que existe em todo ser humano - que ainda não aprendeu que asas físicas, cheias de penas ou asas de lonas não são realmente necessárias, há o profundo desejo de ser livre, e os pássaros que voam nos transmitem essa sensação!


Voe atrás da sua imaginação para um mundo melhor, para além dos seus problemas, para além do horizonte, para as montanhas mais altas, para os mares sem fim, para os campos verdejantes, sobre os rios sinuosos e sobre as florestas majestosas. Voe! Feche os olhos e imagine que você se transforma em uma águia, que voa alto com rapidez e muita precisão. Seus olhos são capazes de ver além do horizonte das piores complicações que afligem sua vida e podem ajudar você a enxergar a saída, ou até lhe mostrar o caminho errado que você teima em percorrer, e teima em perceber por causa do seu orgulho!


Voe, voe o mais alto que você puder, sem medo de cair, pois o medo é um peso infinito que dificulta a elevação da alma. Voe, voe confiante como a águia, sentindo o frescor do irmão Vento soprando no seu rosto, e o calor do irmão Sol aquecendo seu corpo. Voe, voe o mais alto que puder, sabendo que a pessoa que mais merece a sua confiança é você mesmo e, se você só está voando baixo, é porque está carregado demais por más vibrações que lhe impedem de decolar
em busca de uma vida melhor.

Por isso, se quer mudanças, enfrente a si mesmo com as garras afiadas que a águia tem e usa tão bem. Garras que servem para caçar o seu sustento e que também servem para transmitir segurança aos seus ovos enquanto estão no
ninho.

Saiba usar seu olhar de águia, suas asas de águia, suas garras de águia, e viva melhor. Os maiores predadores das águias adultas são elas mesmas.


- Irmandade da Mãe Terra –

(Recebido espiritualmente por Íris Regina Poffo – São Paulo, Outubro de 2002

Nenhum comentário:

Postar um comentário